sábado, 19 de maio de 2012

Quando a sinceridade bate a sua porta...






Tenho visto com uma certa frequência  tantas lamúrias. Tanta covardia. Tanta omissão. E o quanto tudo isso afeta mais do que o necessário. 
Como é fácil perder o equilíbrio. Coisas pequenas. Atitudes desajeitadas e lá se vai  todo o equilíbrio recém construído.
Como somos frágeis Meu Deus. Como tudo nos afeta e desestabiliza.
Como tudo toma proporções maiores do que realmente são.
Como nossos descompassos são facilmente justificados pelos erros alheios.
Como nossas verdades são facilmente colocadas de lado pela nossa falta de fé. 
Como somos dramáticos meu Deus!
E cadê o tal do livre arbítrio?  Cadê a tal da intuição, senso critico  ou qualquer coisa parecida quando precisamos deles?
Cadê nosso poder de escolha? Cadê nossa coragem de bancar as nossas escolhas?
Tudo vira pó por conta de algo ou alguém. Pessoa. Situação. Tudo vira pó. Porque qualquer coisa é uma boa desculpa para fugir da responsabilidade pessoal das escolhas.
Sejamos mais coerentes . Mais reais. Menos dramáticos. Mais verdadeiros com as limitações.
Só é  preciso coragem. 


terça-feira, 8 de maio de 2012

Do nosso todo.



Há nas pessoas uma infinita capacidade de perder tempo com bobagens.
Guardar mágoas.  Engolir palavras. Esconder o que sente.
Perdemos  muito tempo nessa vida correndo da verdade que bate em nossa porta: A vida é agora.
E tudo que vivemos faz parte desse contexto.
Nem sempre se tem tudo o que  deseja na vida, mas na maioria das vezes temos o que precisamos e nem nos damos conta.
O essencial  sempre esta ao lado, mas nossos olhos ansiosos ficam vislumbrando sua chegada após a curva.
E perdemos tempo. Muito tempo. Gastamos o tempo alheio.
Perdemos grandes oportunidades de fazer o que é certo. De dizer o que é certo. De silenciar. De sorrir. De partir. De permanecer.
Perdemos grandes histórias por covardia ou teimosia ou os dois ao mesmo tempo.
Perdemos grandes amigos por não ter a humildade de pedir perdão ou perdoar.
Perdemos a vida o tempo todo para os nossos medos. Para as nossas predefinições e pré-conceitos. 
E a vida vai passando e a permanecemos inertes.
São nos detalhes. No que há de mais simples que a vida acontece. Não espere grandes acontecimentos. Grandes histórias. Viva das pequenas alegrias. Das pequenas historias. Do pouco. E de pouco em pouco a gente se torna feliz de montão.